Monthly Archives: July 2016

Nostalgia [2015]

Triste é,

Olhar as caras de outros tempos,

Personalidades esquecidas num momento.

Tudo volta para mim,

Injecção repentina de memórias esquecidas,

Como de outra vida se tratasse.

Distância não encolhe,

Só descobre,

O que outrora importou.

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A Poetisa

[Parte de um projeto. – Agradeço à Luísa Candeias pela inspiração e a conversa criativa de hoje.]

Como o sol queima as minhas ideias,

E atira-as para o penhasco, a minha alma.

E como ele toca na minha pele, no meu coração.

Esse não arde, não.

Bombeia gelo pelas minhas veias,

Não há estrela que o pare.

Nem tu, ó sol, que tanto me prendes a respiração,

e teimas em entrar no coração.

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Nightmares (Part II)

You lure me into these dreams, I know.

I crawl, I fight, I wake up trembling.

The desperation is still there.

I reminisce the quiet sleep I once had,

but now you’re around.

Once you resided in me,

but now you rest beside me,

trying to possess me,

again.

I deny your presence,

as you walk around me,

controlling what I fear.

I feel your presence,

when I dream,

controlling how I feel.

I feel you inside me,

making me lifeless,

again.

The first Nightmares poem is here.

Fire and Desire

If we meet someday under the same stars,

we might have a chance to make it right.

And like your eyes meet mine sometimes,

I know we’ll have each other’s back through life.

We collided like rock and sea

in a stormy morning,

and I swear I could see…

How fire with fire could be free…

In a morning…

Full of mistery.